IV Simpósio Internacional LAVITS

 “Novos paradigmas da vigilância? Perspectiva da América Latina”

Esclarecimentos sobre a publicação dos Anais do nosso IV Simpósio

Há alguns meses estamos trabalhando na compilação das memórias do nosso último Simpósio, realizado em Buenos Aires. Estimamos um prazo otimista que não pudemos cumprir pelo seguinte motivo: as dificuldades técnicas têm sido estranhamente persistentes. No entanto, nós que estamos acompanhando de perto e testemunhamos o processo avançar tão rápido quanto possível queremos dizer que tudo vai bem. Sim, um pouco mais lento do que desejávamos, mas sem intervalo ou abandono. Neste momento, preferimos lançar mão da cautela ao estabelecer uma nova data limite, mas asseguramos que as memórias terão um desfecho e que notificaremos todos os autores e colaboradores prontamente assim que tudo estiver finalizado. Além disso, confirmamos que o documento será disponibilizado no site para download gratuito.

Agradecemos muito pela paciência, interesse e constante acompanhamento.

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Data limite para envio de resumos: 19 de agosto

Data limite para envio de trabalhos: 30 de dezembro

Normas para os trabalhos:

- Estende-se a recepção de trabalhos finais até o dia 30 de dezembro de 2016.

- A publicação dos anais está prevista para o mês de fevereiro de 2017 e será disponibilizado no site de LAVITS 2016
(https://lavits2016.vialibre.org.ar) para seu download gratuito e livre.

- A versão final deve ser enviada a memorias.lavits2016@gmail.com

-IMPORTANTE: Tanto as mesas temáticas quanto os Workshops podem apresentar escritos seguindo as regras detalhadas embaixo. Tudo debe ser aclarado no nome do arquivo.

- Caso não se observem as regras detalhadas embaixo, os trabalhos não poderão ser inclusos no livro de anais.

- Cada trabalho deve ser acompanhado por um resumo de até 300 palavras e com até 5 palavras chave. O resumo deverá ser apresentado em espanhol, em inglês e em português.

- A versão completa do documento deve ser enviado nos formatos .odt ou .doc/word. Fonte Calibri, tamanho 12, entrelinhas 1,5, parágrafo justificado, formato de página A4. As páginas devem ser numeradas.

- A extensão máxima é de até 7000 palavras incluindo: resumos, bibliografia, anexos e notas de rodapé.

Regras formais

1) Denominação e identificação:

Título em espanhol [fonte Calibri 12, itálico, justificado, entrelinhas simples, 12 pts. acima e 6 pts. embaixo]

Título em inglês [fonte Calibri 14, negrito, justificado, entrelinhas simples, 12 pts. acima e 6 pts. embaixo]

Título en português [fonte Calibri 12, itálico, justificado, entrelinhas simples, 12 pts. acima e 6 pts. embaixo]

NOME DO AUTOR*

[fonte Calibri 10, caixa alta, justificado, entrelinhas simples, 12 pts. acima e 6 pts. embaixo; informação sobre o autor, filiação e endereço de correio eletrônico (em nota de rodapé; até 4 linhas)]

* Afiliação institucional, título (doutor, mestre, experto; caso estar cursando estudos de doutorado, mestrado ou licenciatura, indicar programa e universidade), endereço e correio eletrônico.

2) Resumos:

Os artigos devem de ser acompanhados de resumos nas três línguas do evento (castelhano, inglês e português). Os resumos terão entre 150 e 300 palavras, em fonte calibre Calibri tamanho 10, entrelinhas simples e parágrafo justificado, 0 pt acima e 6 pts. embaixo. Deverão ser incluídas até cinco palavras chave, em minúsculas e separadas por comas.

  • Não incluir nem bibliografia nem citações no resumo
  • Não incluir nem tabelas nem gráficos.

3) Corpo do texto:

Calibri, tamanho 12, parágrafo justificado, entrelinhas 1,5 hasta el final (exceto citações diretas, a entrelinhas simples).

– Título nível 1: sem numerar, caixa alta, negrito, Calibri, tamanho 12, parágrafo alinhado à esquerda. Exemplo: NÍVEL DE TÍTULO PRIMEIRO;

Título nível 2 (subtitulado): sem numerar, negrito, tamanho 12, parágrafo alinhado à esquerda. Exemplo: Título de segundo nível;

– Título de nivel 3: deve de ser evitado. Quando necessário, utilizar sem numerar, fonte Calibri tamanho 12, itálico, parágrafo justificado à esquerda. Exemplo: Título de terceiro nível.

4) Notas:

As notas devem ser restritas ao mínimo indispensável. Aquelas inseridas no corpo do trabalho devem ser indicadas por número arábicos elevados imediatamente depois da frase a que se diz respeito e após a pontuação quando corresponder. As notas deverão constar no rodapé da mesma página em que são inseridas (fonte Calibri 9, entrelinhas simples, parágrafo justificado, e 3 ptos acima).

5) Figuras e tabelas:

Imagens e tabelas devem estar incorporadas ao documento escrito. No texto, as imagens devem ser mencionadas como figuras e as tabelas devem levar essa denominação. Ambos devem apresentar títulos imediatamente acima (Calibri, tamanho 12, parágrafo centralizado) e legendas/fonte imediatamente abaixo (Calibri, tamanho 10, parágrafo centralizado).

6) Referências:

Somente apresente as referências dos autores mencionados no texto, seguindo as normas da Americam Psychological Association – APA. Apresente-as no final do texto, em ordem alfabética pelo sobrenome dos autores. Apresente o nome de todos os autores do documento, não utilize a expressão “et al.”. Em caso de mais de uma referência do mesmo autor, utilize a ordem cronológica, iniciando pela publicação mais antiga. Em caso de dúvidas ou omissão destas normas, sempre observar e dar preferência às normas da APA detalhadas no: Publication Manual of the American PsychologicalAssociation (http://www.apastyle.org/manual/).

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A Rede Latinoamericana de Vigilância, Tecnologia e Sociedade realizará seu IV Simpósio Internacional na cidade de Buenos Aires, Argentina, entre 21 e 23 de novembro de 2016, no Centro Cultural General San Martín (Sarmiento 1551). Depois de edições no Brasil e no México, este será o primeiro o Simpósio realizado na Argentina.

O IV Simpósio LAVITS buscará debater sobre a existência de novos paradigmas da vigilância, produzindo uma perspectiva desde a América Latina.

O imaginário popular sobre a vigilância inclui a existência de espiões e enormes redes de inteligência dedicadas ao monitoramento de cidadãos “suspeitos”. Ainda que este paradigma de vigilância possa ter sido vigente em outras décadas, é certo que com o advento das tecnologias digitais, os custos da vigilância, tanto estatal como corporativa, têm baixado dramaticamente. Isso permite que se acumulem dados sobre os cidadãos de maneira preventiva, mesmo quando não haja razões fundamentadas para a existências dessas bases de dados.

A modificação na narrativa da segurança a partir do atentado contra as Torres Gêmeas permitiu que se incorporasse uma nova doutrina de vigilância de “informação total”. Essa nova doutrina é diametralmente oposta a qualquer princípio de direitos humanos, mas o secretismo na gestão da informação e a aceitação de cooperação entre o setor público e o privado na coleta e processamento de dados convertem este tipo de vigilância numa prática fora do controle público.

A incorporação de tecnologia em numerosos âmbitos da vida cotidiana - desde as ruas com câmeras de vigilância até os espaços mais íntimos povoados com dispositivos inteligentes que informam dados sobre os usuários para terceiros – vem tornando a vigilância mais ubíqua e invisível. Os marcos regulatórios que deveriam proteger os cidadãos têm se tornado obsoletos diante desta realidade, e a ausência de prestação de contas no setor público e privado complexifica o cenário no momento da tomada de decisões.

O desafio é, como nunca antes, global. Os dados que se produzem sobre um usuário na América Latina são transferidos a um centro de processamento nos Estados Unidos para que sejam analisados na Europa. A novas doutrinas de segurança incluem conceitos difusos como de “ciberguerra” para implementar mecanismos cada vez más complexos de coleta de dados digitais. Os cidadão se veem impotentes em sua capacidade de reivindicação, ou ainda desconhecem diretamente o fato de que estão sendo observados.

O fenônemo não se dá de maneira homogênea e igual em todas as partes; existem singularidades essenciais no âmbito da América Latina que necessitam ser pesquisadas, ressaltadas e colocadas em discussão. Este é o propósito principal do IV Simposio de LAVITS.

NOTA: Os visitantes estrangeiros são muito bem-vindos, entretanto, como a inscrição do evento é gratuita, cada participante deverá se encarregar de seus próprios gastos de estadia e alimentação.

Convidamos pesquisadores, professores, ativistas e artistas a enviar sus resumos de trabalho para o IV Simpósio Internacional LAVITS de acordo com algum destes temas chave:

  • Doutrina de segurança e serviços de inteligência

Mudanças nas doutrinas da América Latina segurança. Combate ao narcotráfico e vigilância. As agências de inteligência: práticas antidemocráticas, reformas, avanços e recuos. Quem vigia os guardiões?: Segredos excessivos dos serviços de inteligência e a falta de responsabilidade pública. Inteligência e contra-inteligência: os riscos para uma segurança democrática.

  • Vigilância, espaço e território

A incorporação de tecnologia para a vigilância no espaço público. Drones, CCTV: marcos regulatórios e desafios. Protecção da privacidade no espaço público. Cidades inteligentes e monitoramento dos cidadãos. Grandes eventos (Jogos Olímpicos, Copa do Mundo), como uma desculpa para a implementação de tecnologias de vigilância. Controle de multidões.

  • Identificação e biometria

Desenvolvimento de sistemas de coleta de dados biométricos. Os riscos de implementação. Biometria como uma ferramenta para a privacidade. Bases de dados biométricos: vulnerabilidades dos sistemas. A aceitação cidadã da coleta de dados biométricos pelo Estado.

  • A sedução do número: decisões baseadas em algoritmos e Big Data

O Big Data na América Latina. A neutralidade de algoritmos e a terceirização das decisões. O prestígio político de tomar decisões com base em algoritmos. As cidades "inteligentes" e a gestão do governo.

  • Novos desafios na proteção de dados pessoais

Os marcos regulatórios ultrapassadas e os novos desafios para a protecção dos dados pessoais. A retirada do consentimento. Existe consentimento informado ainda? A transferência de informações além da fronteira: a lei por trás da tecnologia. Um novo paradigma dinâmico para a protecção de dados pessoais. A presunção mínima de privacidade. A responsabilidade dos intermediários e auto-regulação das empresas.

  • Vigilância corporativa

Vigilância como um modelo de negócio. Abuso corporativo e coleta de dados indiscriminada. Privacidade e os desafios de consentimento informado. Vigilância corporativa, transparência e rendição de contas. Os termos e condições: espada da vigilância. Abuso no trabalho através da implementação de tecnologias de monitorização e controle. Vigilância de espaços públicos ou semi-privados: limites e controles.

  • Dimensiones culturais da vigilância

"Não tenho nada a esconder". Superentendidos e mal-entendidos da vigilância. A aceitação da recolha maciça de dados pessoais. Meus dados são minhos: um formulário com muitas perguntas. A inteligência de código aberto: a contribuição dos cidadãos na apresentação voluntária de dados. Cultura de vigilância nos relacionamentos afetivos: porque eu te amo estou te vigilando. O discurso da neutralidade tecnológica. Vida em redes sociais e vigilância "em tempo real".

  • Resistências e contravigilância

Casos de sucesso ou fracasso: combatendo a vigilância. Construção de espaços livres de dispositivos de rastreamento. Tecnologias de contravigilância e projectos de desenvolvimento (criptografia, internet livre, eletrônica lúdica, hardware aberto).

  • Arte, vigilância e tecnologia

Potencial expressivo das novas tecnologias. Internet e as coisas. Novos dispositivos ressignificados. Usos e apropriações das tecnologias. Casos, performances, instalações e Vjs, a art-veillance.

Apresentação de resumos e propostas

O Simpósio aceitará propostas até 19 de Agosto, em diferentes modalidades. Podem ser apresentadas oficinas, mostras artísticas, trabalhos e mesas temáticas.

As propostas de oficinas deverão incluir: título da oficina, descrição da oficina (até 300 palavras), público a que está dirigido e requisitos especiais da oficina, que no caso seriam (projetor, mesas, entre outros).

As propostas de mostras artísticas devem incluir: título da mostra, formato e descrição (até 300 palavras) e requisitos da mostra.

Os resumos devem ter até 300 palavras, com três a cinco palavras chave. Aqueles que desejem coordenar mesas temáticas, deverão enviar da mesma forma sua proposta, descrevendo a temática geral da mesa (até 500 palavras) e os convidados da mesa. No caso, aquele que propõe como coordenador é o responsável por contatar os convidados e garantir sua presença no dia do evento.

O formato da apresentação dos resumos e propostas será igual para todos os casos. O formato deverá ser fonte 12, espaço entre linhas 1.5, justificado. A proposta deve incluir: título da exposição, mesa temática, mostra artística, ou oficina, dados pessoais do expositor/oficineiro/coordenador (nome completo, filiação institucional, título e email). O cabeçalho da apresentação deve conter: título, dados pessoais e a continuação da descrição ou o resumo, conforme o tipo de particpação.

As propostas de trabalho podem ser enviadas em espanhol, português ou inglês. Os resumos podem ser enviados em formato PDF, .doc ou .odt para info at vialibre.org.ar.

Caso o resumo seja aceito, a data limite de apresentação do trabalho é até 30 de outubro.

A informações do evento estão disponíveis no site https://lavits2016.vialibre.org.ar. Outras informações ou dúvidas podem ser enviadas para info at vialibre.org.ar.

Organização:

Equipe

• Pablo Esteban Rodríguez
• Laura Siri
• Beatriz Busaniche
• Flavia Costa
• Fernanda Bruno
• Camilo Enrique Ríos Rozo
• Andrés Pérez Esquivel
• Priscilla Calmon / Luciana Albuquerque
• Sarah Costa Schmidt
• Marta Kanashiro

LAVITS

logo-negativo-3-es (2)A rede LAVITS tem como objetivo ser um meio para o intercâmbio entre pesquisadores, ativistas e artistas latino-americanos interessados nas relações entre vigilância, tecnologia e sociedade. A massiva presença de tecnologias de vigilância e monitoramento de dados pessoais no cotidiano latino-americano não vem sendo acompanhada, com a mesma intensidade, seja por debates públicos e movimentos sociais, seja por pesquisas acadêmicas e legislação adequada. A percepção deste cenário sinalizou a importância de se criar um espaço de trocas e de produção coletiva de informações e conhecimentos, visando estimular debates e pesquisas conjuntas sobre os modos como se articulam processos de vigilância e dispositivos tecnológicos nas sociedades contemporâneas.

Fundação Via Libre

logo_fundacion13Fundada no ano 2000, a Via Libre é uma organização sem fins lucrativos na Argentina, dedicada a defesa dos direitos civis em questões relativas a tecnologias. Entre suas áreas de trabalho se encontram temas de privacidade, vigilância, software livre, propriedade intelectual, liberdade de expressão na Internet e voto eletrônico.

Área de Tecnologia, Cultura e Política da Faculdade de Ciências Sociais, Universidade de Buenos Aires

A área de Tecnologia, Cultura e Política foi criada em 2014 por um grupo de docentes, estudantes e pesquisadores no âmbito da Carreira de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais, da Universidade de Buenos Aires. A partir de uma hipótese de mútuo condicionamento entre fenômenos técnicos e fenômenos sociais, se propõe desenvolver e apoiar pesquisas, assim como participar em debates, que abordem a análise de fenômenos comunicacionais, culturais, estéticos e políticos aonde a dimensão tecnológica seja constitutiva: desde o estudo das imbricações entre tecnologias do poder e biotecnologias até a análise cultural de novos gêneros artísticos como a bioarte, passando pelas novas estratégias de controle e vigilância a céu aberto, as atuais dinâmicas de apropriação do conhecimento e os usos políticos, econômicos e sociais das redes sociais, entre outros temas.

Apoio

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Outros grupos de pesquisa, laboratórios e Programas de Pós-Graduação

O Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da UFRJ foi criado em 1972 e é o segundo mais antigo do país. Desde então, vem formando docentes universitários, pesquisadores e especialistas nas áreas de Comunicação, Cultura e Novas Tecnologias. Programa de nível 6 pela CAPES (Brasil) tem como pressuposto básico a ideia de que a comunicação impõe-se hoje como força estruturante de novas formas de socialização. Nesse sentido, as atividades de ensino e pesquisa focalizam as dinâmicas de articulação de formas tradicionais de vida e cultura com as novas tecnologias da comunicação e da informação.

medialab1O MediaLab.UFRJ é um laboratório experimental de pesquisa, com foco nos seguintes temas: redes sociotécnicas, visualidades, tecnopolíticas e subjetividades.  Com sede na Escola de Comunicação/UFRJ, o laboratório é vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura/UFRJ e conta com pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento.

labjorO Laboratório de Jornalismo (Labjor) da Unicamp firmou-se em seus 20 anos de existência como um centro de referência, no país e na América Latina, para a formação e para os estudos em comunicação e jornalismo, voltando-se especialmente para comunicação de ciência e tecnologia, e divulgação científica e cultural. Suas atividades e programas acadêmicos espelham a preocupação com uma reflexão critica e atual sobre os fenômenos contemporâneos ligados a comunicação, ciência e tecnologia, a cultura científica, e as  relações entre ciência e sociedade a partir de uma abordagem multidisciplinar.

O Programa de Pós-Graduação em Divulgação Cientifica e Cultural criado em 2006, é parte do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar vinculado ao Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) e ao Laboratório de  Jornalismo (Labjor) da Unicamp. O Grupo de Pesquisa Informação, Comunicação, Tecnologia e Sociedade compõem este programa a partir da linha de pesquisa de mesmo nome.

O Programa de Pós-Graduação em Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UNICAMP é um dos mais tradicionais do Brasil, tendo completado 40 anos de existência em 2014. Uma tradição que coincide com excelência e inovação. Seu quadro docente é reconhecido internacionalmente pela importância de sua produção, mas também por sua abertura a diferentes linhas teóricas e práticas de pesquisa, alinhada ao constante incentivo a investigações sobre ncteme2ovas temáticas na área de Sociologia. Dessa forma, os alunos têm a oportunidade de se inserirem em um ambiente de ricas trocas de conhecimento, que se materializam em Centros, Núcleos, Grupos e Laboratórios de Pesquisa. O Grupo de Pesquisa Conhecimento, Tecnologia e Sociedade (CTeMe) compõem este programa de pós-graduação.

6_pucprO PPGTU é um programa de mestrado e doutorado em estudos urbanos de caráter interdisciplinar, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), estruturado em três linhas de pesquisa: (1) Políticas Públicas; (2) Planejamento e Projeto Urbano e Regional e (3) Gestão e Tecnologias Ambientais. Programa nível 5 pela CAPES (Brasil), caracteriza-se por abrigar pesquisas em diversas áreas de investigação sobre as cidades e o desenvolvimento urbano e regional. Um de seus programas de pesquisa, Redes e Territorialidades, abrange estudos sobre tecnologia e sociedade, com destaque para os temas de vigilância urbana, tecnopolítica ou aspectos sociopolíticos da cidade inteligente, territórios e territorialidades.

pimentaO Projeto "Plataforma Sociotécnica Pimentalab" objetiva integrar diferentes projetos de pesquisa e extensão baseados na utilização de tecnologias de informação e comunicação (doravante TICs) e oferecer suporte adequado para ações de ensino, pesquisa e extensão já em andamento, criando também possibilidades ampliadas para a realização de novos projetos científicos e sociais que necessitem de uma infraestrutura básica de TICs. Desde 2010 o grupo tem experimentado diferentes tecnologias digitais para a realização de pesquisas, sistematização e produção de novos conhecimentos e para a difusão de informações para estudantes e para o público extra-universitário. Até o presente momento, todas essas iniciativas foram realizada de maneira artesanal, contando sempre com o apoio espontâneo e solidário de diferentes individuos e grupos (tanto estudantes como da comunidade extra-universitária.

ufrjO Programa de Pós-graduação em Psicologia do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro visa qualificar profissionais graduados para exercer magistério e pesquisa em Psicologia em nível superior. Atualmente conta com uma equipe de 19 professores distribuídos em 3 linhas de pesquisas dentro de um amplo espectro de áreas e tendências que buscam no âmbito de 4 núcleos de pesquisa conjugar em nível de excelência a pesquisa e a extensão. Os núcleos e laboratórios têm a finalidade de estabelecer uma plataforma institucional facilitando contatos e intercâmbios com outros pesquisadores nestas áreas, nacional e internacionalmente.